PROFETA DIÁRIO
Iane Ervedosa, 18. Estudante de Jornalismo - Fa7. E como já dizia o nosso querido Caio, tudo é vago, como se fosse nada. Mas mesmo assim, que seja doce.

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2/06/2012 @ 23:14
com 1 nota

A lua que eu vejo é a mesma que você vê, amor. Embora eu não olhe mais a lua do mesmo jeito desde aquele dia em que você declarou seu amor para mim quando olhávamos os dois pr’aquele brilho amarelado em forma de bola no céu. Desde aquele dia eu vejo a lua como uma promessa, como um laço ou um símbolo de nosso amor. Ou do meu amor. Não quero te causar pena nem muito menos irei implorar para que você fique. Mas se tu queres ir embora, vai de uma vez. Para de deixar restos, para de me pedir colo, para de brincar de tocar a campainha do meu coração e sair correndo. Se quer ir, vá. Mas antes disso lembre-se que todo o amor que eu tinha, era seu. E vai continuar sendo por um longo tempo, embora essa história de tempo seja subjetiva, pois o meu “pra sempre” era bem mais extenso que o seu, que acabou tão logo. Embora eu te ame, querido, amo-me também. Não sou passarinho para me alimentar de migalhas. A lua está cheia essa noite, amor. Lembra do dia em que tu jurou? Hoje esse juramento só me causa dor. A lua que eu vejo não é a mesma que você vê, amor. O brilho dela, para mim, apagou. — Iane Ervedosa (via cabiocratica)



2/06/2012 @ 23:13
com 1 nota

cabiocratica:

“Tá frio aqui na minha cama. Tô nem com lençol e tô quase pelada. Tá frio meu coração. Tô nem chorando e tô quase sem sentir nada. Mas tá frio e é só porque falta você.” - Iane Ervedosa

2/06/2012 @ 23:11
com 1 nota

http://cabiocratica.tumblr.com/post/22935148326/batida-causa-morte-de-3-pessoas-presidente

“”Batida causa morte de 3 pessoas”; “Presidente bla bla bla”; “Br Cento e não sei quanto interditada…”… e assim vai. A gente não encontra uma manchete de jornal falando de um coração partido, de um amor mal resolvido, de um amor que não deu certo ou que deu. A gente não encontra nada falando sobre amor que não findou, mas coração partido também é tragédia das grandes. Coração partido também significa a morte de alguém, o acidente de alguém. É um laudo tão doloroso quanto esses que saem nas manchetes de jornais. É como se sofrer por amor não fosse sofrimento algum. Mas é. Dói tanto que a gente pensa que não vai, nunca mais, ser feliz outra vez. Mas é. Coração partido é que nem copo de vidro quando quebra. E, ainda mantendo a metáfora, é como se a gente tentasse consertar o copo, juntasse todos os caquinhos e, ainda assim, seria visível aquele rompimento. No nosso coração sempre vai ter aquela cicatriz daquele amor não correspondido, daquele amor mal resolvido, mal feito, daquele amor mau. Mas, ainda mantendo a metáfora, a gente vai sempre encontrar outro copo que encha a gente de outra essência. Essência essa que vai conseguir nos arrancar sorrisos e, não esquecer, mas amenizar e nos fazer até mais feliz do que já fomos. Ou do que somos. E aí o nosso lead vai estar preenchido com outro nome, outro lugar, outra hora, outra razão. E a gente vai se sentir completo outra vez.” 



2/06/2012 @ 23:11
com 1 nota

cabiocratica:

“Perdoe esses meus versos mal feitos e esse meu deleito pra te ver feliz. De que adianta tanto caso, se o próprio acaso deixou você ir? De que adianta tanto afeto, se  o que eu sinto não te faz sorrir? E se você me amasse tanto quanto diz, aos prantos, que sou seu amor, eu bem seria mais feliz, mas contradiz, seus atos prova que és ator.”

Iane Ervedosa

2/06/2012 @ 23:11
com 6 notas

http://cabiocratica.tumblr.com/post/23442493731/e-voce-preferiu-pensar-que-desisti-de-nos-dois

E você preferiu pensar que desisti de nós dois. Mas não foi bem isso, meu caro. Meu pensamento ainda é em você, quase o tempo inteiro. Ainda penso que é você que vai salvar um dia ruim só com um telefonema, que é você quem vai me fazer sorrir com uma visita de 5 minutos e é você que vai me deixar alegre com uma simples conversa numa rede social escrota que me faz ver todas as tuas mancadas. Mas eu continuo me perguntando onde está você para fazer tudo isso. E aí eu continuo em frente, só. Só comigo. E isso me basta. (Iane Ervedosa)

2/06/2012 @ 23:11
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Querido J,
ainda não te esqueci! Há 227 dias você partiu, não por completo, mas partiu. Eu nunca quis que você fosse embora e você não foi porque você está em meu coração. Mas o fato de você ter querido ir muda muita coisa. Você precisa, urgentemente, se decidir. Diga se vai ou se fica, porque ir e vir machuca meu coração. E, por mais que eu perca minhas forças, eu sempre consigo arranjar mais alguma no fundo do poço só pra sofrer mais um pouco por você. Parece que eu gosto, sabe? É um masoquismo louco, inconsequente, sem fim. A cada partida tua, uma nova dor, uma nova dúvida do que vai ser, do que foi e do que seria caso você não tivesse ido. Querido, eu já não acho mais modos de te provar o meu amor. Ou talvez eu não precise. Talvez você saiba. Peço, somente que, se tu sabes mas se tu não ligas, se tu não me amas, deixa eu ir embora também. Porque você já partiu daqui, mas não de mim. Consegue captar a diferença? É enorme. Tâo grande quando o teu gostar e o meu amar. As extremidades são tão afastadas que raras são as vezes que se encontram. E, se se encontram, logo partem. E fica um vazio após o tchau. E a cada partida tua, vou sofrer. E a cada chegada, uma pontinha de esperança nasce e outra pontinha de saudade morre. Mas dura tão pouco. Eu não quero que você vá embora. Eu nunca quis. — Com amor, I. (via cabiocratica)

2/06/2012 @ 23:10
com 2 notas

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Chorar não adianta. Conversar com alguém não adianta. Vou escrever então. Escrever não sobre nós dois. Mas sobre você. Porque é assim que é agora. Você. Eu. Nada de nós! A não ser hoje. Hoje foi tão nós, mas tão nós, tão nós dois, tão a gente, tão eu + você que eu senti medo. Quis que aquele momento nunca mais acabasse, e, quando acabou, eu estremeci. Vou parar de julgar você pra sempre por não saber o que quer. Porque eu tô assim também, sabe? Não sei se fico ou se vou embora. Ou se vou até o meio do caminho pra ver se você vai também. Não sei. E é nesse “não saber” que a gente vem e volta e não sabe se vai, se fica, se tenta, se desiste. Se, se, se. Quando eu beijo você meu pensamento é que aquele seja o seu melhor beijo. Quando eu toco, o seu melhor toque. O melhor abraço. O melhor gemido. O melhor sexo. O melhor nós. O melhor amor. O maior.  Mas eu cansei de tentar ser tudo pra você, e quando eu tento ser tudo pra mim você me  lembra que quem é meu tudo é você. Eu quero parar de escrever mas se eu parar vai ser pior. Quero dormir. Quero esquecer. Quero dormir por muito tempo e quando acordar quero que tenha sido só um sonho. Estranho, não? O normal é que a gente acorde desejando que tenha sido real. Mas não. Eu quero que tenha sido um sonho daqueles bem lindos só pra não perder a áurea. Eu não queria que você tivesse ido embora. Eu nunca quis. E você foi? Isso, nem tu sabes responder.  Iane Ervedosa



2/06/2012 @ 23:07
com 1 nota

cabiocratica:

Eu só fico contigo porque o paradoxo “você é o único que me faz bem fazendo o maior mal do mundo” faz questão de ser completamente certo. Fora isso, tem motivo não. Ah! Tem também aquele outro motivo, como é mesmo o nome dele? Ah, é. Amor. Droga! - Iane Ervedosa

2/06/2012 @ 23:07
com 3 notas

Cabiocrática: Anjo desfarçado


Eu não tenho o que explicar, para mim basta eu sentir.

Você veio pra ficar, me acalmar e me progredir.

 Meu grande melhor amigo, tu és o meu bom rapaz.

Um irmão que não é de sangue, mas de alma, o que vale mais.

Meu bom e querido amigo, quais as dores tu suportas?

Coloco as minhas no bolso, carrego as tuas nas costas.

Não quero te ver chorar e tampouco te ver sofrer.

Quero fazer tu enfrentar até mesmo o que tu não crê.

Apesar de alguns pesares, não deixas nunca de sonhar.

Teus sonhos são os meus sonhos, não permito tu abdicar.

Quebramos o velho clichê: entre homem e mulher não há amizade,

pois cá estamos nós, unidos, sem nenhuma maldade.

Deus quem te enviou pra mim, e Ele é Quem vai tirar,

mas só no dia em que um de nós partir e muitas saudades deixar.

Você é muito do que tenho, obrigada por ser assim.

Tu és o meu maior orgulho, minha dádiva, amor sem fim. 

Iane Ervedosa

2/06/2012 @ 23:06
com 1 nota

Eu podia ter escolhido amar àquele do caso de 1 mês, ou àquele a quem magoei e hoje está feliz com outra, mas que teria sido tão feliz ou mais comigo, ou mesmo poderia ter escolhido amar àquele que conheci numa viagem de verão, que encantou-se por mim. E eu poderia, ainda, ter amado àquele a quem amei de outra forma, mas que sentia por mim algo que até hoje ninguém sentiu. Mas eu não fiz. Eu escolhi amar àquele que eu não conhecia até os meus 14 anos de idade, mas que, desde que conheci, eu não consegui viver 14 minutos sem nele pensar. Eu teria sofrido tão menos se tivesse sido qualquer outro. Não que eu teria sido correspondida, isso eu nem posso garantir, mas aí não seria àquele que me tirava o ar ao sorrir, que me fazia sorrir ao me abraçar, que me fazia abraçá-lo ao se sentir mal, mas que me fazia mal todas as vezes que partia. E foram tantas. Era um vai-e-vem louco, daquele menino. E eu sempre aceitava ele de volta. E eu era feliz daquele jeito mas eu tive de tomar jeito e acabei ficando sem jeito. E agora esse meu jeito é um jeito que eu não sei que jeito é. Jeito com J. Droga! Olha ele aí de novo… e lá vai ele indo. — Iane Ervedosa (via cabiocratica)

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